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terça-feira, 29 de novembro de 2016

7 tratamentos desnecessários e como reconhecê-los



O avanço da Medicina trouxe inúmeras opções terapêuticas para variados problemas. Mas nem sempre elas são proveitosas ou bem aplicadas. Tanto que, em 2012, a fundação American Board of Internal Medicine (ABIM), dos Estados Unidos, lançou a campanha Choosing Wisely (“escolhendo sabiamente”, em tradução livre). Conduzida por médicos de diversas áreas, ela tem como objetivo levar ao público informações que evitem exames, tratamentos e procedimentos desnecessários. A ideia é diminuir o uso de técnicas que, em certos quadros, não conferem benefícios para a saúde ou que chegam a trazer prejuízos. Em outubro de 2016, o Reino Unido abraçou a causa e lançou uma lista com as suas próprias recomendações. Separamos desse manual sete situações em que táticas amplamente prescritas por especialistas seriam dispensáveis. E, claro, conversamos com profissionais brasileiros para ponderar essas recomendações. Confira:
Leia também: 5 perguntas que todo mundo precisa fazer ao médico
 
1) Dor nas costas
Ela vai atingir cerca de 80% das pessoas em algum momento da vida. Mas, na maioria dos casos, não exige qualquer intervenção. Sim, o tempo é o melhor remédio para os quadros leves, segundo os levantamentos. Caso o desconforto não venha seguido de complicações sérias, ou não seja intenso a ponto de atrapalhar a rotina, também se deve evitar ao máximo a realização de exames de raio x, por exemplo. Isso porque provavelmente o teste não acusará nenhuma encrenca — e você estará expondo seu organismo a doses de radiação. Uma boa conversa com o profissional de saúde certamente ajudará a definir o caminho adequado para você.
Sinais de alerta
Na maioria das vezes, as dores vem de pequenas lesões que não preocupam tanto. Mas elas podem, sim, ser consequência de transtornos graves, a exemplo de câncer. Como então saber se o tormento na lombar não indica uma doença séria? Fique atento se ele é constante, crescente e não some mesmo depois de seis semanas. Desconfie também quando o incômodo vier acompanhado de deformidades, perda de peso, limitação persistente de movimento, déficit neurológico ou febre. Usuários de drogas ou de corticoides merecem uma investigação pormenorizada, assim como pessoas infectadas com HIV ou com histórico de tumores malignos. Na dúvida, fale com seu médico de confiança.

2) Cortes e arranhões
Estudos demonstram que a água potável da torneira, desde que seja de boa qualidade, é tão efetiva para lavar e limpar esses machucados quanto as soluções salinas compradas em farmácias. Essa higienização obviamente não dispensa o uso de curativos.

 
3) Menopausa
Depois dos 45 anos, geralmente não é mandatório fazer um exame de sangue para detectar a entrada nessa fase. Aí basta confiar em sinais clínicos, como ondas de calor, suores e ausência de menstruação, para tomar eventuais medidas. O fundamental é não recorrer a quaisquer remédios para aliviar esses sintomas sem o aval de um especialista.
 
4) Quimioterapia paliativa
Segundo os especialistas da Choosing Wisely do Reino Unido, o uso dos quimioterápicos em um estágio avançado do câncer acarreta mais prejuízos do que benefícios. Isso porque a medida dificilmente gerará uma resposta positiva significativa se outras químios ou terapias já falharam. Eles lembram que esse tratamento é tóxico, o que abalaria o bem-estar e prejudicaria o funcionamento do corpo nos últimos dias de vida — sem contar que criaria falsas expectativas.
Mas esse ponto de vista é controverso. Segundo Carolina Fittipaldi Pessôa, médica do Serviço de Oncologia Clínica do Instituto Nacional de Câncer (Inca), a quimioterapia paliativa pode sim, oferecer maior qualidade e até tempo de vida. “Pacientes com diagnóstico de câncer que apresentem condições adequadas para receber esse tratamento podem ganhar sobrevida, um maior controle da doença e uma diminuição dos sintomas”, rebate. A especialista defende que alguns tumores continuam a responder a outros tipos de intervenções mesmo se a primeira linha de terapia não foi bem sucedida. A recomendação, então, consiste em estabelecer um diálogo franco para que o oncologista possa avaliar o paciente individualmente e, baseado em seu conhecimento técnico, oferecer o melhor tratamento. “Isso, sim, evita a adoção de medidas fúteis que apenas prolongam o sofrimento”, afirma.
 
5) Bronquiolite
Ela é uma infecção com inchaço e acúmulo de muco nos bronquíolos, estrutura dos pulmões, ocasionada por algum vírus. E é bastante comum, afetando principalmente bebês com menos de 2 anos. A questão é que essa condição quase nunca precisa de tratamento medicamentoso, até porque não existem drogas que combatem a encrenca em si e o próprio organismo do pequeno consegue enfrentar o agente infeccioso. Mas atenção: isso não significa que a enfermidade dispensa o olhar de um médico. “O especialista vai avaliar o curso da doença para tratar os sintomas e verificar se a bronquiolite não pode evoluir para algo mais grave, apesar de raramente isso acontecer”, comenta a pneumologista Beatriz Barbisan, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Ela explica que, atualmente, o preconizado é evitar ao máximo os exames de raio x, que expõem a criança à radiação e eventualmente confundem o diagnóstico do médico.

6) Fraturas nas mãos e nos pés 
Acredite se quiser, elas raramente necessitam de gesso. Para impedir a movimentação desses membros, talas e imobilizadores já dão conta do recado. “Mas, nas mãos, comumente necessita-se de cirurgia para tratar o problema”, comenta o ortopedista Fernando Baldy dos Reis, chefe da Disciplina de Traumatologia da Escola Paulista de Medicina da Unifesp. O mais importante é entender que cada fratura oferece suas particularidades. Elas começam pelo osso afetado e terminam na extensão — o comprometimento de ligamentos também exige uma análise criteriosa. Daí porque passar no médico antes de já sair enfaixando a região machucada.
 
7) Câncer de próstata 
Homens sem histórico familiar ou algum fator de risco para a doença, de acordo com o documento da Choosing Wisely, não devem fazer exames de PSA como rotina para detectá-la. Esse teste de sangue flagra a concentração de uma proteína — a tal PSA —, que costuma ser produzida em larga escala quando um tumor surge na próstata. A questão é que essa avaliação apresenta algumas falhas, entre elas a de acusar um número relativamente alto de falsos positivos (quando o exame diz que há uma doença, mas, na verdade, ela não existe). “Se o rastreamento acha alguma anormalidade, mesmo que erroneamente, realiza-se um ultrassom e uma biópsia”, afirma Arn Migowski, sanitarista e epidemiologista da Divisão de Detecção Precoce e Apoio à Organização de Rede de Atenção Oncológica, do Inca. “E isso pode causar complicações, como dor persistente, hemorragia e infecção. Fora o estresse de um resultado alterado”, completa.

O PSA ainda enfrenta outro problema: a maioria dos idosos desenvolve um tipo de câncer de próstata que evolui muito lentamente. Em outras palavras, não raro os homens sequer manifestam complicações em vida. Porém, se o rastreamento diagnostica um nódulo, talvez o indivíduo se submeta a um tratamento desnecessário. Nesse sentido, órgãos americanos afirmam que o rastreamento com exame de PSA para tumores de próstata não reduziu a mortalidade da doença entre a população. Migowski sugere que tais avaliações sejam feitas quando surgem sintomas ou o médico identifica um indício suspeito. E julga necessária uma conversa franca entre paciente e médico para avaliar os perigos e a real necessidade de exames preventivos.

fonte:saude.abril.com.br   

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

O que é Microcefalia?


Microcefalia é uma condição neurológica rara em que a cabeça e o cérebro da criança é significativamente menor do que a de outras da mesma idade e sexo. A microcefalia normalmente é diagnosticada no início da vida e é resultado do cérebro não crescer o suficiente durante a gestação ou após o nascimento.
Crianças com microcefalia têm problemas de desenvolvimento. Não há uma cura definitiva para a microcefalia, mas tratamentos realizados desde os primeiros anos melhoram o desenvolvimento e qualidade de vida. A microcefalia pode ser causada por uma série de problemas genéticos ou ambientais.

Causas

Microcefalia é o resultado do crescimento abaixo do normal do cérebro da criança ainda no útero ou na infância. A microcefalia pode ser genética. Algumas outras causas da microcefalia são:
  • Malformações do sistema nervoso central
  • Diminuição do oxigênio para o cérebro fetal: algumas complicações na gravidez ou parto podem diminuir a oxigenação para o cérebro do bebê
  • Exposição a drogas, álcool e certos produtos químicos na gravidez
  • Desnutrição grave na gestação
  • Fenilcetonúria materna
  • Rubéola congênita na gravidez
  • Toxoplasmose congênita na gravidez
  • Infecção congênita por citomegalovírus.
Doenças genéticas que causam a microcefalia podem ser:
A microcefalia normalmente é detectada nos primeiros exames após o nascimento em um check-up regular. Contudo, caso você suspeite que a cabeça de seu bebê é menor do que a de outros da mesma idade ou não está crescendo como deveria, fale com seu médico.
O Ministério da Saúde confirmou recentemente a relação entre o Zika vírus e o surto de casos de microcefalia no nordeste do país em 2015. A febre zika, ou simplesmente zika vírus, é uma infecção causada pelo vírus ZIKV, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, mesmo transmissor da dengue e da febre chikungunya. Por se tratar de algo novo, não descrito anteriormente na literatura médica, ainda não se sabe exatamente como funciona a relação entre os problemas.
De acordo com o Ministério da Saúde, as investigações sobre microcefalia e o Zika vírus devem continuar para esclarecer questões como a transmissão desse agente, a sua atuação no organismo humano, a infecção do feto e período de maior vulnerabilidade para a gestante. Em análise inicial, o risco está associado aos primeiros três meses de gravidez.

 diagnóstico e exames

Buscando ajuda médica

A microcefalia normalmente é detectada pelo médico nos primeiros exames após o nascimento em um check-up regular. Contudo, caso você suspeite que a cabeça de seu bebê é menor do que a de outros da mesma idade ou não está crescendo como deveria, fale com seu médico.

Na consulta médica

Especialistas que podem diagnosticar uma microcefalia são:
  • Clínico geral
  • Pediatra
  • Neurologista
  • Neurologista infantil.
Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico da microcefalia. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:
  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
  • Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.
O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:
  • Você consumiu algum medicamento na gestação?
  • Você teve alguma doença na gestação?
  • Você fez uso de álcool, cigarro ou outras drogas na gestação?
  • Desde quando você notou a diferença no tamanho da cabeça da criança?.
Também é importante levar suas dúvidas para a consulta por escrito, começando pela mais importante. Para microcefalia, algumas perguntas básicas incluem:
  • Qual é a causa mais provável da microcefalia?
  • Meu filho precisa de quaisquer testes adicionais? Se assim for, estes testes requerem qualquer preparação especial?
  • Quais são os tratamentos disponíveis para a microcefalia?
  • Qual você acha que é o mais indicado o meu filho?
  • Caso tenha mais filhos, quais os riscos de eles terem microcefalia?
  • Há algum folheto, site ou outros materiais nos quais consiga mais informações sobre microcefalia?.
Não hesite em fazer outras perguntas sobre microcefalia, caso elas ocorram no momento da consulta.

Diagnóstico de Microcefalia

A microcefalia é diagnosticada por meio do acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criança. O médico irá colocar uma fita métrica em torno da cabeça e medir seu tamanho. Esta medida e também o tamanho da criança serão feitas durante os primeiros anos de vida e comparadas com uma tabela padronizada a fim de determinar se a criança tem microcefalia.
O médico também pode solicitar exames como: tomografia computadorizada da cabeça, ressonância magnética e exames de sangue para ajudar a determinar a causa da microcefalia.

 tratamento e cuidados

Tratamento de Microcefalia

Não há tratamento medicamentoso para a microcefalia que possa ser capaz de fazer a cabeça da criança voltar ao normal. É orientado realizar terapias para melhorar as habilidades da criança, como a fala. Portanto, o médico poderá recomendar a fisioterapia, terapia ocupacional e outras formas de tratamentos orientadas.

 convivendo (prognóstico)

Convivendo/ Prognóstico

O diagnóstico de microcefalia pode despertar nos pais uma série de emoções, como medo, preocupação, tristeza e culpa. Portanto é importante buscar:
  • Ajuda de uma equipe profissional de confiança: Procure médicos, professores e terapeutas em que confia
  • Apoio de outras famílias que lidam com a mesma situação. Você pode buscar esse apoio em sua comunidade ou pela internet.

Complicações possíveis

A criança com microcefalia pode apresentar:
  • Déficit intelectual
  • Atraso nas funções motoras e de fala
  • Distorções faciais
  • Nanismo ou baixa estatura
  • Hiperatividade
  • Epilepsia
  • Dificuldades de coordenação e equilíbrio
  • Alterações neurológicas.
Algumas crianças com microcefalia podem não apresentar problemas de aprendizado.

 prevenção

Prevenção

Se a causa da microcefalia for genética é possível preveni-la. Por isso é importante fazer o aconselhamento genético antes de engravidar.
Além disso, a melhor forma de se prevenir não só a microcefalia, mas diversas outras condições de saúde, é a realização do pré-natal durante a gravidez.
Dentre as recomendações médicas para prevenir a microcefalia também estão:
Não ingerir álcool durante a gravidez: o consumo de álcool predispõe o bebê a diversas doenças, como Síndrome do Alcoolismo Fetal e microcefalia.
Não utilizar medicamentos sem a orientação médica: alguns medicamentos podem interferir na formação fetal, inclusive causando uma má formação do cérebro como a microcefalia. É importante que a gestante não tome nenhum tipo de medicamento sem orientação médica.
Evitar contato com pessoas com febre ou infecções: qualquer infecção pode dar alguma alteração no desenvolvimento do feto, desde uma rubéola e citomegalovírus, até a dengue, febre zika e febre chikungunya. Por isso é importante evitar a exposição geral a doenças.
Proteger-se da picada dos mosquitos: como há a possibilidade da microcefalia ser causada pelo vírus zika, que por sua vez é transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti - além das complicações já sabidas nos casos de dengue, por exemplo - uma das recomendações do Ministério da Saúde é evitar se expor ao mosquito. O que pode ser feito eliminando os criadouros dele, ou seja, retirar recipientes que tenham água parada e cobrir adequadamente locais de armazenamento, além do uso de repelentes indicados para gestantes.

 fontes e referências

  • Texto revisado pela Profa. Dra. Marilisa M. Guerreiro, neurologista, Professora Titular da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Chefe da Disciplina de Neurologia Infantil Departamento de Neurologia – FCM – Unicamp. CRM: 40662/SP
  • Clínica Mayo, Instituto Nacional de Doenças Neurológicas e Derrames dos Estados Unidos.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

11 Mitos Sobre a Dengue



O tio, a prima, a avó ou o amigo. Todo mundo conhece ao menos alguém que pegou dengue. Com a epidemia da doença que acontece em vários estados do Brasil, muito se fala sobre a dengue, sejam dados sobre o mosquito ou maneiras de evitar a temida picada.
Mas será que tudo é verdade? Confira abaixo os maiores mitos sobre a doença que o Aedes aegypti transmite.
1 - Quem mora em andar alto não pega dengue
Mito. Embora o mosquito voe rasteiro, há outros meios de ele alcançar andares altos. Um deles é o próprio elevador. “Teoricamente, ele não chegaria até lá em cima, mas não tem como garantirmos isso”, explica a infectologista Daniela Iamas, do Hospital Leforte.
2 - Na segunda vez em que a pessoa pegar dengue ela necessariamente desenvolverá a forma hemorrágica
Mito. Há quatro tipos de vírus da dengue, e o quarto tipo é o que causa a dengue hemorrágica. Se a “primeira dengue” for do tipo 4, o doente desenvolverá dengue hemorrágica. “O que acontece é que se a pessoa pegou a primeira vez algum dos outros tipos da dengue, a chance de ela pegar o tipo 4 é maior”, diz a infectologista do Hospital Beneficência Portuguesa, Eliane Tiemi, explicando que aí só faltariam três tipos para pegar. A dengue hemorrágica causa um tipo de inflamação no corpo que faz os vasos sanguíneos ficam extremamente frágeis, podendo romper-se com facilidade, causando hemorragias.
3 - Receitas caseiras acabam ou espantam o mosquito, como a borra de café, limão com cravo, ingestão de alho e suco de inhame
Mito. Essas receitas caseiras não têm fundamento, segundo as infectologistas. “Já ouvi até falar de limão com querosene, mas não tem relação com a prevenção da dengue”, conta Daniela. “Nem a vitamina B12 funciona”, completa.

4 - Velas de citronela são completamente eficazes para espantar o mosquito da dengue
Mito. A vela de citronella só consegue espantar o mosquito se o ambiente for pequeno e fechado, já que o raio de ação delas é muito pequeno, em torno de dois metros. “Quando os ambientes são grandes e arejados, o odor se espalha e não repele o mosquito”, conta Eliane.
5 - Só o repelente à base de Icaridina que funciona
Mito. Embora o de Icaridina seja melhor, pois age por até 12 horas na pele, os outros repelentes à base de DEET e IR3535 também são funcionais, apenas duram menos tempo. “O de Icaridina leva vantagem por não ter de retocar com frequência, mas se não encontrar para comprar, o comum também funciona. Basta repassar de acordo com as recomendações do fabricante”, diz Daniela.
6 - Os repelentes de inseto protegem 100% contra a picada do mosquito da dengue
Mito. Os repelentes de inseto não oferecem garantia total de que a pessoa não será picada. Para essa eficácia chegar perto dos 100%, é preciso seguir rigorosamente a recomendação de cada produto, para reaplicá-lo no tempo correto. O suor, por exemplo, diminui a eficácia do repelente.
7 - Quem pega dengue uma vez não pega mais
Mito. Há quatro subtipos do vírus da dengue, então a pessoa pode contrair dengue quatro vezes. Quem teve o tipo 1 está imune a esse tipo. Se a pessoa for picada por um mosquito com o tipo 1 novamente, não adoecerá. Mas ainda restam três.

9 - As larvas do mosquito só se desenvolvem em água limpa
8 - O mosquito só pica da cintura para baixo

Mito. O mosquito realmente voa baixo, explica Daniela. “Ele costuma picar abaixo da cintura. A maioria das picadas são na perna, do joelho para baixo”, diz. Eliane explica que, no entanto, ele também pode picar na face, nos braços e em outros lugares. O melhor mesmo é proteger todo o corpo. O cuidado com crianças, portanto, deve ser redobrado.
Mito. Segundo Daniela, as larvas se desenvolvem principalmente em água limpa, mas conseguem também eclodir em águas não tão limpas. “Não aquela água suja e podre, mas não precisa ser uma água necessariamente limpa”, conta.
10 - Qualquer pessoa que for picada pelo Aedes aegypti necessariamente contrairá a dengue
 Mito. “Só se o mosquito que picar a pessoa estiver com o vírus da dengue. Para ele estar com o vírus, precisa ter picado alguém doente”, explica Daniela. Portanto, nem todas as picadas significam que a doença aparecerá.
11 - Roupa clara afasta completamente o mosquito
Mito. Não afasta totalmente, mas é uma atitude válida. Vale lembrar que a roupa escura atrai o Aedes aegypti. A recomendação é usar roupas claras e longas, para que o mosquito não tenha acesso à pele por meio do tecido.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Truques Surpreendentes Para Emagrecer Sem Pensar





Especialista da Universidade de Cornell Brian Wansink dá dicas para perder peso sem muito esforço


Emagrecer de maneira fácil e sem precisar mergulhar em dietas super restritivas seria o sonho de qualquer um. E, segundo Brian Wansink, diretor do Laboratório de Alimentos da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, perder peso 'sem pensar' é algo possível.
Para isso, seriam necessárias apenas algumas mudanças nos hábitos diários que nos ajudariam a comer menos. As recomendações são baseadas nos estudos de Wansink e sua equipe, publicadas no livro "Slim by Design".
O especialista acredita que nossas vidas são muito ocupadas e que temos pouca força de vontade para conseguir perder peso por um esforço consciente e contínuo.
A melhor solução, portanto, é incorporar uma série de mudanças que nos façam comer menos sem esforço. A BBC apresenta aqui alguns truques para conseguir isso.
Guardar os cereais no armário pode ajudar você a não recorrer a eles com tanta frequência

Guardar os cereais no armário pode ajudar você a não recorrer a eles com tanta frequência
1- Sirva seu prato direto no fogão, longe da mesa.
Este pequeno truque te ajudará a comer cerca de 19% a menos de comida por dia – a mudança é maior nos homens.
O motivo, segundo o pesquisador, é que se a comida fica na mesa, é provável que alguma das pessoas que está comendo repita o prato – em geral, a que terminar primeiro.
2- Guarde os cereais no armário e coloque os mais saudáveis à frente
Uma pessoa que mantém os cereais à vista pesa, em média, cerca de 9,5kg a mais do que as que não fazem isso.
"O engraçado é que, no caso de bolachas ou doces, a diferença não chega a ser tão grande", explica Wansink.
Isso ocorre porque muitas vezes as pessoas sabem que estes produtos não são muito saudáveis e tendem a limitar o seu consumo. No entanto, cereais geralmente são percebidos como um produto saudável e, portanto, não haveria motivos para escondê-los.
3- Coloque as frutas e verduras na parte mais visível da geladeira
Esse hábito te ajudará a comer três vezes mais esse tipo de alimento. A ideia é deixar as coisas mais calóricas nas partes mais baixas da geladeira, que são menos visíveis, para ter menos vontade.
Pessoas que se sentam mais longe da porta comem menos salada e têm probabilidade 73% maior de pedirem sobremesa

Pessoas que se sentam mais longe da porta comem menos salada e têm probabilidade 73% maior de pedirem sobremesa
4- Se for beber vinho, melhor tinto e em taça pequena
As pessoas costumam se concentrar mais na altura do que na largura na hora de medir a quantidade dos líquidos. Em média, serve-se 12% a menos de vinho em uma taça de vinho branco, que é a menor, do que em uma de vinho tinto.
Além disso, tendemos a beber menos vinho tinto do que branco. O motivo é que a cor da bebida faz com que ela seja mais visível e, por isso, na hora de servir, somos mais conscientes para medir a quantidade.
"Bebemos cerca de 10% a menos em média no caso do vinho tinto", destaca o especialista.
fonte: saude.ig.com.br 

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Dicas Para Evitar o Inchaço nas Pernas

Causas do problema são variadas e devem ser investigadas por um médico, mas é possível amenizá-lo com atitudes simples

Inchaço nas pernas precisa ser levado a sério. A condição causa um grande incômodo, chegando a doer, e impossibilita muitas pessoas de levar uma vida normal. Não é possível apontar única causa para o problema sem uma investigação médica mais profunda. E ela é extremamente necessária.

.Não fique de pernas cruzadas por muito tempo
.
Faça caminhadas para ter um bom condicionamento da musculatura.  .Evite ficar em pé durante muito tempo. Se estiver usando salto alto, o descanso é mais importante ainda
.Evite usar roupas ou sapatos apertados.
.
Use a meia elástica de acordo com a orientação médica. Precisa ter disciplina e seguir rigorosamente as indicações.
.
Sempre que possível, ao sentar, levante as pernas e estique os pés para favorecer a circulação do sangue
.Dormir na posição lateral e colocar um travesseiro entre as pernas ajuda na circulação do sangue.Grávidas devem evitar o uso de salto alto durante a gestação

quarta-feira, 18 de março de 2015

Saiba o Que é Estresse



O que é Estresse?

O estresse é um sintoma muitas vezes indescritível. Ele pode ser caracterizado por sensações de medo, desconforto, preocupação, irritação, frustração, indignação, nervoso, e pode ser motivado por diversos motivos distintos. Além disso, muitas vezes, a causa para o estresse é desconhecida.

Causas

Uma pessoa pode sentir estresse em alguns momentos importantes de sua vida, motivada, possivelmente, por ansiedade, apreensão e preocupação, como por exemplo:
  • Começar em um emprego novo ou escola nova
  • Mudar-se para uma casa nova
  • Casar-se
  • Ter um filho
  • Terminar um relacionamento.
Uma doença, seja com você ou com um amigo ou ente querido, é uma causa comum de estresse. Sentimentos de estresse e ansiedade são comuns em pessoas que se sentem deprimidas e tristes também.
Alguns medicamentos podem provocar ou piorar os sintomas de estresse. Estes podem incluir:
  • Alguns medicamentos inalados usados para tratar asma
  • Medicamentos para tireoide
  • Algumas pílulas dietéticas
  • Alguns remédios para resfriado.
Produtos com cafeína, cocaína, álcool e tabaco também podem provocar ou piorar os sintomas de estresse e ansiedade.
Quando essas sensações ocorrem com frequência, a pessoa pode ter um distúrbio de ansiedade. Outros problemas em que o estresse pode estar presente:
  • Transtorno obsessivo compulsivo (TOC)
  • Síndrome do pânico
  • Transtorno por estresse pós-traumático (TEPT).

 diagnóstico e exames

Buscando ajuda médica

O estresse é um sentimento normal. Ele pode, inclusive, ajudar uma pessoa em seu dia a dia, melhorando seu desempenho no trabalho, por exemplo. No entanto, quando o estresse é muito grande, você pode senti-lo em seu corpo por meio de algumas reações específicas. Pode reparar, quando você está muito estressado, você pode notar:

  • Um ritmo cardíaco acelerado
  • Batimento fora do ritmo
  • Respiração acelerada
  • Sudorese
  • Tremores
  • Tontura.
Outros sinais de estresse incluem:
  • Fezes soltas
  • Necessidade frequente de urinar
  • Boca seca
  • Problemas para engolir.
Procure um médico se esses e outros sintomas surgirem e estiverem lhe causando preocupação. Além do mais, estes não são sinais exclusivos de estresse, mas sim de problemas de saúde mais graves.

quinta-feira, 12 de março de 2015

10 Alimentos Bons Para a Memória



Por mais que a ciência evolua, não tem jeito, o processo de envelhecimento dos seres humanos continua sendo, até agora, irreversível.
Enquanto tratamentos estéticos e produtos de beleza têm conseguido ao menos retardar os efeitos do tempo externamente, como fazer para conseguir evitar a deterioração do cérebro e da memória, por exemplo?
Uma das estratégias é ter uma alimentação saudável. Confira 10 alimentos que auxiliam na boa memória:

1. Abacate

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Possui vitamina B 3 (niacina), que participa da manutenção de substâncias químicas nervosas e hormônios que regulam a memória.
Frutas frescas, orgânicas, também são antioxidantes naturais e contêm elementos que ajudam a formar um neurotransmissor, a acetilcolina, substância que faz a comunicação de uma célula com outras.

2. Acerola

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Por ser rica em vitamina C, a acerola combate às reações tóxicas que ocorrem nas células e no sistema nervoso, e é de suma importância na formação de acetilcolina que participa do desenvolvimento cerebral, sendo importante para a formação de novas células, incluindo as células nervosas cerebrais e na reparação das células já lesadas.
Também é recomendada no combate aos radicais livres, intensificando a ação antioxidante de outros nutrientes. Além disso, a mesma auxilia no combate às reações tóxicas que ocorrem nas células e no sistema nervoso, e é de suma importância na formação de acetilcolina.

3. Amêndoa

amendoa-fruto-magico. Africa Imports Photos
A amêndoa contém vitamina B2 (riboflavina) que regula a glutationa, um dos maiores protetores celulares contra a ação dos radicais livres.

4. Amendoim

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Contém vitamina B3 (niacina) que participa da manutenção de substâncias químicas nervosas e hormônios que regulam a memória.

5. Arroz

(Foto: buriedalive__/Flickr)
(Foto: buriedalive__/Flickr)
Contém vitamina B2 (riboflavina) que regula a glutationa, um dos maiores protetores celulares contra a ação dos radicais livres. Também contém magnésio, que está presente nos receptores NMDA (N-metil-D-aspártico) que existem no hipocampo, onde se dá a formação da memória.

6. Aveia

aveia. ZakariaSnow
Possui vitamina B1 (Tiamina), essencial para a transformação de glicose em energia, aumentando significante a formação de ATP (Adenosina Trifosfato), responsável pelo armazenamento de energia.
Também contém vitamina B2 (riboflavina) que regula a glutationa, um dos maiores protetores celulares contra a ação dos radicais livres e vitamina B6, importante para a formação de neurotransmissores.
Seu déficit diminui a formação de serotonina (neurotransmissor que fornece a sensação de bem estar). E assim como o arroz, também contém magnésio.

7. Avelã

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Possui vitamina B1 (Tiamina), essencial para a transformação de glicose em energia, aumentando significante a formação de ATP (Adenosina Trifosfato), responsável pelo armazenamento de energia.

8. Azeite

Aceite de oliva para una vida sana.
Para o neurologista André Felício, o azeite de oliva cru, ou “in natura”, por sua vez, possui gorduras saudáveis para o cérebro que auxiliam na formação de uma capa que, praticamente, todas as células do tecido nervoso têm, a mielina.

9. Banana

banana. Maxey
Possui vitamina B6, importante para a formação de neurotransmissores.Seu deficit diminui a formação de serotonina (neurotransmissor que fornece a sensação de bem estar).

10. Batata doce

14 - batata
Possui vitamina B3 (niacina) que participa da manutenção de substâncias químicas nervosas e hormônios que regulam a memória, segundo a nutricionista Ariane Machado Pereira

fonte: melhorcomsaude.com
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